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Notícia
Conheça a harpista: Rafaela Lopes

Hoje eu quero apresentar para vocês uma das musicistas da nossa Orquestra do Thetro São Pedro, a Rafaela Lopes. Ela toca um instrumento lindo e muitas vezes inusitado nos dias atuais: a harpa, um dos instrumentos mais antigos de corda dedilhada. As ilustrações sobreviventes do uso da harpa na antiguidade remontam ao Oriente Médio e Egito por volta do ano 3000 a.C, sabia? Um instrumento que carrega muita história! 

A harpista Rafaela Lopes

Confere aqui um pouco do papo com a artista. Logo mais a entrevista completa estará disponível no nosso site. A harpista entrou para a Escola de Música da UFRJ com 5 anos e, quando ouviu a harpa, foi amor à primeira vista. 

Quando você decidiu que seria uma musicista profissional?

Eu cantava no coral infantil da UFRJ e participei de diversas óperas no Theatro Municipal do RJ. Quando via a harpa tocando no fosso e aquele ambiente dos ensaios, eu não tive dúvida de que era aquilo que queria para minha vida.  

E como é tocar harpa hoje em dia? Ela desperta curiosidade nas pessoas?  

Tocar harpa é maravilhoso, eu amo o que faço e me dedico muito.  Sim, a harpa é um instrumento com uma sonoridade peculiar, eu brinco que ela dá o perfume à Orquestra. Além do formato que chama atenção e desperta a curiosidade nas pessoas. Sempre me perguntam sobre os pedais, as cordas, como se toca.  

Você tem alguma música preferida? 

As Danças Sacras e Profanas de Claude Debussy. É uma joia!  

E como foi o seu ingresso na Orquestra do Theatro São Pedro?  

Foi um marco na minha vida, praticamente minha mudança de “estudante para profissional “. Estava morando no RJ e tocava na Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem quando fiz a prova. Passei e me mudei de vez pra SP.  

Qual a importância, para um músico profissional, de estar em uma Orquestra?  

Acredito que tocar em uma Orquestra é uma experiência benéfica para o desenvolvimento do músico em qualquer lugar do mundo. Porém, para a carreira, deve-se incluir outras práticas como dar aulas, tocar em grupos de câmara, tocar ópera, música sinfônica e variados gêneros musicais, buscando assim a versatilidade. 

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