Marília Vargas | Alcina

A soprano Marília Vargas debutou no Teatro Guaíra, aos 12 anos, como o Pastor na ópera Tosca, sob direção do maestro Alceo Bocchino. Estudou com Neyde Thomas, Montserrat Figueras, Christoph Prégardien, Silvana Bartoli e Barbara Bonney. Foi premiada nos concursos Bidu Sayão, Maria Callas, Friedl Wald Stifftung e Margherite Meyer.

 

Uma das mais ativas e respeitadas sopranos de sua geração, a suíço-brasileira Marília Vargas divide seu tempo entre concertos, master classes e festivais de música, que a levam regularmente a diversos países europeus, da América Latina, Japão e China.

 

Solista com diversos ensembles e orquestras, entre elas La Capella Reial de Catalunya, Le Parlement de Musique, Aargauer Symphonie Orchester, Orchestra of the Age of Enlightement, Zürcher Kammerorchester, Orquestra Sinfônica do Paraná, Orquestra Barroca de Juiz de Fora, Petrobras Sinfônica, Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Camerata Antiqua de Curitiba, OSB e OSESP, realizou concertos em diversos importantes teatros, destacando o Theater Basel, Stadt Casino Bern, Tonhalle Zürich, Wiener Konzerthaus, Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Theatro Municipal  de São Paulo, Sala São Paulo, Palácio das Artes, Auditorium de Dijon, Arsenal Metz, Theatre Royal Versailles, Berliner Konzerthaus, Auditorium e Liceo de Barcelona, Helsinki Music Centre e o National Center of Performing Arts em Pequim.

 

Possui extensa discografia como solista, e inúmeras gravações para rádio e TV brasileiras e européias (TV Brasil, TV Cultura, Arte, TVE, Mezzo). Acaba de lançar o CD Viagem Infinita, com o clarinetista Jairo Wilkens e a pianista Clenice Ortigara.

 

Marília Vargas é também professora de Canto Lírico e da Oficina de Música Barroca da Escola Municipal de Música de São Paulo, professora de Canto Barroco na Escola de Música do Estado de São Paulo e preparadora vocal do Coral Jovem do Estado.

 

A temporada de 2018 inclui diversos recitais, a Paixão Segundo São João com o ensemble Músicos de Cappela na série da Cultura Artística na Sala São Paulo, e o papel titulo da ópera Alcina de Händel, sob regência de Luis Otávio Santos e direção de William Pereira no Theatro São Pedro.