O Matrimônio Secreto | sinopse

O Matrimônio Secreto (Il Matrimonio Segreto), de Domenico Cimarosa (1749-1801)
Libreto de GIovanni Bertati (1735-1815)
Estreia em 7 de fevereiro de 1792, no Teatro Imperial de Viena

 

Theatro São Pedro, dias 4, 6, 9, 11 e 13 de maio

 

Orquestra do Theatro São Pedro
Valentina Peleggi | direção musical
Caetano Vilela | encenação e iluminação
Fause Haten | figurinos
Duda Arruk | cenografia
Edu VonGomes | caracterização

Elenco:
Jean William | Paolino
Caroline De Comi | Carolina
Pepes do Valle | Geronimo
Ana Lúcia Benedetti | Fidalma
Michel de Souza | Conde Robinson
Joyce Martins| Elisetta

 

Sinopse por Sergio Casoy


A ação se passa em Bolonha durante o século XVIII.

 

ANTES DE A ÓPERA COMEÇAR:

Geronimo, um rico comerciante, avarento e um pouco surdo, é pai de Elisetta e Carolina. Para melhorar o status social da família, concordou em pagar um grande dote ao Conde Robinson para que se case com Elisetta, a mais velha. Enquanto isso, Carolina e Paolino, o jovem empregado de Geronimo, se apaixonaram e casaram-se secretamente. Na casa vive ainda Fidalma, a irmã de Geronimo.

 

ATO I

Numa sala na casa da família, Carolina e Paolino tentam encontrar uma maneira de contar ao velho Geronimo que se casaram secretamente. Temem a reação do pai da moça, cujo gênio é forte. Paolino conta com um trunfo: foi ele quem arranjou o casamento entre o Conde Robinson, seu protetor, e Elisetta, a irmã mais velha de Carolina, satisfazendo assim o desejo de Geronimo.

 

Todos se preparam para a chegada do Conde Robinson, que vem conhecer Elisetta. O nobre, ao chegar, se apaixona por Carolina, a qual tenta inutilmente convencê-lo que tem mais defeitos do que qualidades. Enquanto isso, Geronimo, encantado com o suposto interesse do Conde por Elisetta, manda organizar um banquete em honra do futuro genro. Mas o ato termina em grande confusão quando Elisetta, vendo o Conde cortejar Carolina, imagina que sua irmã quer roubá-lo dela.

 

ATO II

O Conde propõe a Geronimo casar-se com a filha mais nova em vez de Elisetta, e, para isso, se dispõe a renunciar a metade do dote. O velho comerciante vê aí um bom negócio, pois seu parentesco com uma família nobre lhe custará agora a metade do previsto.

 

Paolino, desesperado, vai pedir ajuda à Fidalma, a irmã de Geronimo. Esta interpreta mal as palavras do jovem, imaginando que ele esteja apaixonado por ela, e também confessa seu amor recíproco por Paolino, deixando-o mais desnorteado ainda.

 

Fidalma e Elisetta, ambas com medo de que os encantos de Carolina consigam roubar-lhes os namorados, se unem e conseguem convencer Geronimo a mandar a pobre jovem para um convento.

 

Ao saber disso, Paolino e Carolina decidem fugir na calada da noite. Escutando um rumor, eles se escondem no quarto de Carolina. Entra Elisetta. Ouvindo vozes no quarto da irmã, conclui que ela está lá dentro sozinha com o Conde, e começa a gritar chamando o pai e a tia. Os três, na porta do quarto, gritam impropérios contra o Conde, que sai tranqüilamente de seu quarto e repreende todos.

 

Carolina e Paolino saem do quarto, confessam que se casaram secretamente e pedem a benção de Geronimo, o qual, muito ofendido, se recusa. Mas, aconselhado pelo Conde, Geronimo acaba cedendo. O Conde promete então casar-se com Elisetta, e tudo termina em alegria geral.


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